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dc.contributor.authorMariani, Ceci Maria Costa Baptista
dc.contributor.authorRibeiro, Claudio de Oliveira
dc.contributor.authorCampos, Breno Martins
dc.date.accessioned2025-09-09T14:42:07Z
dc.date.available2025-09-09T14:42:07Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttp://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/18223
dc.description.abstractEste artigo propõe uma análise centrada no florescimento de uma “mística de olhos abertos” na América Latina ao longo do século XX, a chamada espiritualidade da libertação. Dentre os resultados da pesquisa, estão in-dicados elementos da mística que se revela com o sentido de “suspiro dos oprimidos”, con-forme a interpretação que faz Rubem Alves da conhecida expressão de Karl Marx, tecida numa interlocução com a sociologia da religião no Brasil, como fruto de uma reflexão sobre o retorno do sagrado na sociedade contemporânea. Suspiro, en-tretanto, que se expressa como desejo de transformação da realidade, tendo no horizonte a libertação social. Mística como indignação diante da injustiça e como força de revolução, de empoderamento dos grupos subalternos e de mudança social. Destaca-se também a mística como canal de expressão da fragilidade humana, da capacidade de alteridade e do despertamento da dimensão lúdica. Por meio de metodologia bibliográfica, esta análise oferece elementos para o debate epistemológico no âmbito dos estudos de mística que se propõem a escutar a experiência religiosa das vozes reprimidas pelo poder colonial, tendo como recurso a correspondência de perspectivas teológicas latino-americanas, especialmente as de Gustavo Gutierrez, Maria Clara Bingemer e Rubem Alves, com a poesia de Violeta Parra
dc.description.abstractThis paper proposes an analysis centered on the flourishing of an “open--eyed mystique” in Latin America throughout the twentieth century, the so-called spirituality of liberation. Among the results of the research, there are elements of the mysticism that reveals itself with the meaning of “sigh of the oppressed”, according to Rubem Alves’ interpretation of Karl Marx’s well-known expression, woven into a dialogue with the sociology of religion in Brazil, as the result of a reflection on the return of the sacred in contemporary society. The sigh, however, that it expresses itself as a desire for reality transformation, with social liberation on the horizon. Mystic as indignation in the face of injustice and as a force for revolution, for the empowerment of subaltern groups and for social change. The mystic also stands out as a channel for the expression of human frailty, the ca-pacity for alterity and the awakening of the playful dimension. Through bibliogra-phic methodology, this analysis offers elements for the epistemological debate within the scope of the mystical studies that propose to listen to the religious experience of voices repressed by the colonial power, having as resource the correspondence of Latin American theological perspectives, especially those of Gustavo Gutiérrez, Maria Clara Bingemer and Rubem Alves, with the poetry of Violeta Parra
dc.publisherTEOLITERÁRIA: REVISTA BRASILEIRA DE LITERATURAS E TEOLOGIASpt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectMística
dc.subjectDecolonialidade
dc.subjectEspiritualidade da liberta-ção
dc.subjectVioleta Parra
dc.subjectMystic
dc.subjectDecoloniality
dc.subjectSpirituality of liberation
dc.subjectVioleta Parra
dc.titleVozes poéticas na escuta da fragilidade dos pobres: contribuições para uma reflexão teológica sobre a mística em diálogo com a poesia de Violeta Parrapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.contributor.institutionPontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.23925/2236-9937.2020v21p372-405pt_BR


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