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dc.contributor.authorCampos, Breno Martins
dc.date.accessioned2025-09-09T14:42:08Z
dc.date.available2025-09-09T14:42:08Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttp://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/18226
dc.description.abstractEste artigo reconhece que nunca se falou tanto em fundamentalismo em nosso país como agora; e que o uso ampliado do conceito poucas vezes vem associado ao espectro do protestantismo definido pela hermenêutica literal das Escrituras, como nos primórdios do movimento fundamentalista. No Brasil contemporâneo, grosso modo, fundamentalista qualifica o evangélico conservador ou reacionário, quase sempre pentecostal, e com inserção na mídia e na política. Assim, é urgente que a ação de evangélicos fundamentalistasno espaço público-político brasileiro seja compreendida pelas Ciências da Religião (em diálogo com a Teologia), uma vez que coloca em questão a democracia ao transformar interesses religiosos particulares em questões de Estado e ações de governo. O objetivo deste artigo, portanto, é avaliar como o qualificativo fundamentalista associado ao nome evangélico contribui para a compreensão da eleição de Jair Bolsonaro à presidência da República em 2018, adotando como recorte o caso da promessa de mudança da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. As conclusões alcançadas acerca das imbricações do assim chamado sionismo cristão (como um traço fundamentalista de setores evangélicos) com a eleição de Bolsonaro resultam de pesquisa bibliográfica e documental, cujos dados empíricos foram retirados do jornal Folha de S. Paulo.
dc.description.abstractThis article acknowledges that fundamentalism has never been such a popular topic in Brazil as it is today; and that the wide use of the concept is rarely associated with the spectrum of Protestantism defined by the literal hermeneutics of the Scriptures, as in the onset of the fundamentalist movement. Roughly, in contemporary Brazil the adjective fundamentalist qualifies one that is a conservative or reactionary evangelical, usually Pentecostal, and with some presence in the media and politics. Thus, actions of fundamentalist evangelicals in the Brazilian public and political space must be understood by the Religious Studies (in dialogue with Theology), since democracy is at stake when particular religious interests are transformed into matters of State andgovernmental actions. Therefore, this article aims at assessing how the qualification “fundamentalist” associated with the name “evangelical” contributes to understand Jair Bolsonaro’s election to the Presidency of the Republic in 2018, with a focus on his promise of changing the Brazilian embassy in Israel of Tel Aviv to Jerusalem. The conclusions on the relationship of the so-called Christian Zionism (as a fundamentalist feature of evangelical sectors) with the election of Bolsonaro result from bibliographical and documentary research, whose empirical data of were obtained from the Folha de S. Paulo newspaper
dc.publisherREVISTA DE ESTUDOS DE TEOLOGIA E CIÊNCIAS DA RELIGIÃOpt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectEvangélicos fundamentalistas
dc.subjectSionismo cristão
dc.subjectEleições
dc.subjectBrasil
dc.subjectBolsonaro
dc.subjectFundamentalist evangelicals
dc.subjectChristian zionism
dc.subjectElections
dc.subjectBrazil
dc.subjectBolsonaro
dc.titleEvangélicos fundamentalistas e política: uma análise da conjuntura brasileira (2018-2019)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.contributor.institutionPontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5752/P.2175-5841.2020v18n57p1162pt_BR


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