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A mística dos estudos em simone weil

Autor
Souza, Marcel Delfino Carvalho de
Mariani, Ceci Maria Costa Baptista
Data de publicação
//2021
Tipo de conteúdo
Artigo
Metadados
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Resumo
Simone Weil(1909-1943) deixou preciosas contribuições para se pensar o desenvolvimento de uma civilização capaz de superar a opressão social e o desenraizamento. Entre elas, um profícuo método de se olhar e agir no mundo. A partir dele, desenvolvemos, neste artigo, algumas reflexões a respeito dos estudosna formação dessa civilização. Partimos, inicialmente, de três comentadores, Alfredo Bosi (1988), Ecléa Bosi (2003) e Maria Clara Bingemer (2011), apresentando as compreensões que nos foram fundamentais para pensar a atividade de estudar em Simone Weil: a atenção, a ação não ativa e a leitura. Com isso, introduzimos o estudocomo atividade histórica, inserida na corrente da tradição. Com Santos (2015) e Queiroz (2017; 2018), por conseguinte, desdobramos essa compreensão com o conceito de traduçãoe, assim, pensamos junto a esses autores nas possibilidades enraizadorasda atividade de estudar, em diálogo com Puente(2013), Alfredo Bosi (2009) e, principalmente, Bingemer (2011), que nos traz o conceito de metáfora real. Por fim, retomamos as reflexões de Simone Weil acerca da inteligência, a fim de pensar a mística dessa atividade de estudar. Seria ela, enquanto mística, além-intelectual?
 
Simone Weil (1909-1943) left us many academic and non-academic contributions to think about the development of a civilization capable of overcome social oppression and uprooting. Among them, a proficient method to look and act into the world. Based on uprooting this method, we developed, in this article, some reflections on studiesin the formation of this civilization. We started, initially, with three commentators, Alfredo Bosi (1988), Ecléa Bosi (2003), and Maria Clara Bingemer (2011), presenting some meanings that were fundamental to think about the study activity in Simone Weil: attention, non-active act, and reading. With these conceptions, we introduced studyas a historical act or activity, inserted in the current of tradition. With Santos (2015) andQueiroz (2017; 2018), we unfold this idea with the concept of traditionand, consequently, we thought with these authors in the possibilities in rootingof the study activity, in dialogue with Puente (2013), Alfredo Bosi (2009) and, mainly, Bingemer (2011) with the concept of real metaphor. Ultimately, we return to Simone Weil’s reflections on intelligence, to think about the mystique of this activity of studying. Would it be as a mystic beyond-intellectual?
 
Simone Weil (1909-1943) dejó muchas contribuciones académicas y no académicas para pensar en el desarrollo de una civilización capaz de superar la opresión social y el desarraigo. Entre ellos, un método fructífero de mirar y actuar en elmundo. En base a esto, desarrollamos, en este artículo, algunas reflexiones sobre los estudiosen la formación de esta civilización. Partimos de tres comentaristas, Alfredo Bosi (1988), Ecléa Bosi (2003) y Maria Clara Bingemer (2011), presentando los entendimientos que fueron fundamentales para pensar la actividad de estudiar en Simone Weil: atención, acción no activo y lector. Con eso, introdujimos el estudiocomo actividad histórica, insertada en la corriente de la tradición. Con Santos (2015) y Queiroz (2017; 2018), por tanto, desplegamos este entendimiento con el concepto de traduccióny, así, pensamos con estos autores sobre las posibilidades de enraizamientode la actividad de estudiar, en diálogo con Puente (2013), Alfredo Bosi (2009) y, principalmente, Bingemer (2011) con el concepto de metáfora real. Finalmente, volvemos a las reflexiones de Simone Weil sobre la inteligencia, para reflexionar sobre la mística de esta actividad de estudiar. ¿Estaba él, como místico, más allá de lo intelectual?
 
Palavras-chave
Simone Weil
Estudos
Mística
Atenção
Simone Weil
Study
Mystic
Attention
Simone Weil
Estudios
Mística
Atención
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