A importância do canto litúrgico pastoral diante da realidade de forte intimismo
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Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
Resumo
O homem é chamado para o louvor, e por isso, dos lábios de uma comunidade eclesial nasce um canto novo. A Igreja afirma que na liturgia o canto é expressão da
identidade do Povo de Deus, bem como demonstração de sua esperança e revelação a face do Pai. Por isso, no que diz respeito ao canto litúrgico deve-se ter a
consciência de música para todos, favorendo a participação da assembleia, através de cantos fáceis, transparecendo a identidade de Povo de Deus e de pertença a uma comunidade. Sabe-se que no contexto contemporâneo há uma influência do intimismo nas celebrações litúrgicas, ou seja, enaltece-se a experiência individual do sujeito numa celebração, ou a experiência de um determinado grupo, que, por meio das ideias relativas presentes na sociedade, adotam essa sua experiência como verdadeira, influenciando na escolha e execução do canto litúrgico, não levando em conta o tempo litúrgico ou o dia celebrado, e adotando para si aquilo que é prático, fácil e de cunho intimista. A pesquisa busca uma reflexão que compreenda a importância do canto litúrgico pastoral, e como este contribui no crescimento e espiritualidade da comunidade, convidada a cantar conscientemente o Mistério Pascal de Jesus Cristo, visando a melhoria e qualidade dos encontros litúrgicos, na perspectiva do que pede o Concílio Ecumênico Vaticano II, mostrando que na liturgia não se canta qualquer coisa, mas aquilo que é o projeto celebrativo.
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